domingo, 12 de julho de 2015

Usar ou não creme dental com flúor na escovação do seu filho?

Uma dúvida de muitos pais é se é correto utilizar creme dental com flúor na escovação dos dentes das crianças. Segundo a odontopediatra Roberta Ruano Dallemole, a resposta é sim: o creme den­tal com flúor de­ve ser utilizado desde o aparecimento do primeiro dentinho na criança.
O uso de creme dental com flúor tem efeito sig­nificativo na redução da cárie. Seu uso está indi­cado para todas as ida­des. A Sociedade Brasi­leira de Odontopedia­tria indica o uso de cre­me dental com flúor para crianças a partir do nascimento do primeiro dentinho (que ocor­re por volta dos 6 meses de idade) e recen­temente também foi indicado pela Socieda­de Americana de Odontopediatria.
É indicada a quantidade de meio grão de arroz para crianças menores de 3 anos. Para crianças com idade entre 3 e 6 anos (conside­rando que até essa idade a criança não sabe cuspir) deve ser colocado um grão de arroz. Já para as crianças acima dos 6 anos de ida­de (quando já sabe cuspir) a quantidade deve ser equivalente a um grão de ervilha.
Outro ponto importante com relação ao creme dental é a concentração de flúor. Para ser efetivo, o creme dental deverá apresentar mais de 1.000 ppm de flúor. E para saber se o creme dental que seu filho está usando está correto, basta olhar na tarja da bisnaga ou na caixinha do mesmo onde diz “Ingredientes”. Lá você vai encontrar a concentração de flúor do creme dental. Essa concentração está in­dicada para todas as idades sem restrições, desde que a quantidade utilizada seja condi­zente com o que foi indicado acima.
Um creme dental com flúor deve ser usa­do, no mínimo 2 vezes ao dia como auxiliar de limpeza dos dentes de todas as crianças, principalmente antes de dormir. Enquanto a criança não tiver con­dições de escovar seus próprios dentes adequa­damente, o uso de den­tifrício fluoretado (pasta com flúor) é de respon­sabilidade dos pais/res­ponsáveis, garantindo assim maior segurança quanto à fluorose den­tária (fluorose são man­chas, em geral esbran­quiçadas, que aparecem nos dentes por excesso de flúor) e melhor higienização para prote­ção contra a cárie.
Se uma quantidade de pasta fluoreta­da do tamanho de um grão de arroz cru for usada para escovar os dentes, mesmo que a criança não cuspa, não haverá risco de flu­orose. Lembrando que o creme dental deve ser usado para escovar os dentes e não co­mo comida.
"A saúde bucal é essencial para garantir uma boa saúde de maneira geral, possibili­tando às pessoas longevidade com qualida­de de vida. E o cirurgião-dentista é o profis­sional capacitado para fazer a avaliação, tra­tamento e acompanhamento, colaborando para a boa saúde da população desde a pri­meira infância", garante a dra. Roberta.

sábado, 11 de julho de 2015

Orientação vocacional: a quem se destina?



O assunto orientação vocacional é amplo e possui em geral uma ideia limitada de que possibilita diretri­zes somente para adolescentes no início de carreira profissional. No entanto, é im­portante frisar que atualmente essa ferra­menta auxilia não somente no direciona­mento, mas também para aqueles que desejam a mudança de carreira.
Há diversos profis­sionais que oferecem tal orientação, no en­tanto os psicólogos organizacionais são os mais indicados, pois possuem um olhar inte­gral do indivíduo, além de serem os únicos habili­tados para realizar as apli­cações e avaliações dos tes­tes psicológicos.
Segundo o  psicólogo Rodolfo Prado, o processo da orientação se difere com o que se pretende alcançar. Para os adolescen­tes, normalmente serão realizadas três ses­sões, tendo como etapas inicialmente um le­vantamento/entrevista geral das caracterís­ticas do indivíduo, posteriormente a aplica­ção de testes vocacionais, e por último o pro­fissional vai correlacionar os dados levanta­dos, realizando uma devolutiva dessas infor­mações ao jovem.
"Nos dias atuais encontramos diversos co­laboradores descontentes com sua trajetó­ria profissional, ocasionando um impacto negativo em seu desempenho na organiza­ção e vida pessoal. Esses profissionais bus­cam a orientação vocacional a fim de redire­cionar sua carreira", explica o psicólogo.
O redirecionamento profissional consiste em lidar exclusivamente com as demandas apresentadas pelo in­divíduo. Nesse processo traba­lhamos com quebras de para­digmas, auxiliamos nas ela­borações desses sentimen­tos e contribuímos na mo­tivação do profissional em buscar novas ferra­mentas que lhe possi­bilitarão o alcance de seu objetivo.
Nesse trabalho, pa­ra atingir o êxito, é fundamental a participação ativa e o desejo de mudança do profissional, que terá como consequência a oportunidade de se autoco­nhecer, alinhar suas habilidades e desenvol­ver suas qualidades.O assunto orientação vocacional é amplo e possui em geral uma ideia limitada de que possibilita diretri­zes somente para adolescentes no início de carreira profissional. No entanto, é im­portante frisar que atualmente essa ferra­menta auxilia não somente no direciona­mento, mas também para aqueles que desejam a mudança de carreira.
Há diversos profis­sionais que oferecem tal orientação, no en­tanto os psicólogos organizacionais são os mais indicados, pois possuem um olhar inte­gral do indivíduo, além de serem os únicos habili­tados para realizar as apli­cações e avaliações dos tes­tes psicológicos.
O processo da orientação se difere com o que se pretende alcançar. Para os adolescen­tes, normalmente serão realizadas três ses­sões, tendo como etapas inicialmente um le­vantamento/entrevista geral das caracterís­ticas do indivíduo, posteriormente a aplica­ção de testes vocacionais, e por último o pro­fissional vai correlacionar os dados levanta­dos, realizando uma devolutiva dessas infor­mações ao jovem.
Nos dias atuais encontramos diversos co­laboradores descontentes com sua trajetó­ria profissional, ocasionando um impacto negativo em seu desempenho na organiza­ção e vida pessoal. Esses profissionais bus­cam a orientação vocacional a fim de redire­cionar sua carreira.
O redirecionamento profissional consiste em lidar exclusivamente com as demandas apresentadas pelo in­divíduo. "Nesse processo traba­lhamos com quebras de para­digmas, auxiliamos nas ela­borações desses sentimen­tos e contribuímos na mo­tivação do profissional em buscar novas ferra­mentas que lhe possi­bilitarão o alcance de seu objetivo", ressalta Rodolfo.
Nesse trabalho, pa­ra atingir o êxito, é fundamental a participação ativa e o desejo de mudança do profissional, que terá como consequência a oportunidade de se autoco­nhecer, alinhar suas habilidades e desenvol­ver suas qualidades.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Faça trança em cabelos muito finos



Cabelos volumosos estão sempre em alta nas capas de revista e fotos em salões de beleza. Porém, muitas mulheres têm os cabelos finos e ralos e isso pode ser tanto por uma questão genética quanto por alguma degradação, como o uso de químicas. Nesse caso, o cabelo está enfraquecido e precisa de cuidados ainda mais especiais. Apesar de exigir mais atenção, os fios mais finos não impedem as mulheres de investir em uma produção mais ousada quando vão ao salão ou quando pretendem fazer um penteado diferente para se sobressair em uma ocasião especial. “Muitas mulheres deixam de fazer um penteado, simplesmente por achar que o fio fino não permite essa produção”, diz o profissional do Salão Monde K, Wagner.
O fato, segundo Wagner, é que toda mulher que possui o cabelo fino sofre com a pouca quantidade de fios, por não achar um penteado que a valorize. Para provar que toda mulher pode estilizar os cabelos com penteados glamourosos, o hair stylist  elaborou um passo a passo especialmente para quem possui cabelos finos.
Confira:
PASSO 1: faça duas divisões no cabelo deixando uma mecha de cada lado da cabeça, além de uma mecha grande no centro da cabeça.
PASSO 2: vá torcendo a mecha da lateral alimentando-a com os fios de baixo para cima e levando essa mecha torcida para a altura da divisão que foi feita anteriormente. Faça isso nos dois lados.
PASSO 3: dê leves puxadas nos fios das laterais que foram torcidas para que elas fiquem com volume. Depois, junte as duas mechas torcidas na parte de trás da cabeça e prenda com grampo.
PASSO 4: pegue a mecha do cabelo que sobrou na parte de cima – central – e vá desfiando as raízes, fazendo mechas finas para facilitar.
PASSO 5: jogue tudo para trás – os fios soltos – e penteie levemente por cima dos fios, formando uma franja “alta”.
PASSO 6: prenda-a, na parte de trás, junto com as laterais, que devem ser prendidas com grampo.
PASSO 7: deixe alguns fios levemente soltos na parte de trás para dar um efeito sensual e suave.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

A cura pela Ioga


Há seis anos, a dra. Carolyn LaFleur, 66 anos, anestesista, sofreu um aci­dente de carro. Durante um ano e meio, ela não pode mover seu pescoço, teve dores terríveis no quadril e dores de cabeça insuportáveis. Gelo, fisioterapia e massagem terapêutica ajudaram seu pescoço e quadril, mas não fizeram muito pela sua dor de ca­beça. Foi quando o dr. Loren Fishman, espe­cialista em Medicina de Reabilitação (Nova Columbia University de York-Presbyterian Hospital), lhe “prescreveu” Ioga.
Ioga reduz a tensão e relaxa o músculo, diz ele. “E no minuto em que você perceber que a Ioga ajuda, isso levanta sua confiança de que você pode ajudar a si mesmo, dando-lhe o sen­timento de conquista/eu posso fazer isso.”
Não só Fishman, mas outros especialistas têm estudado o poder da Ioga em melhorar todos os tipos de condições médicas, de de­pressão e disfunção sexual a lesões. Eles afir­mam que a Ioga baixa os níveis de estresse e relaxa tudo no corpo, incluindo vasos san­guíneos. Como as artérias relaxam, não há mais fluxo de sangue por toda parte, então tudo fica melhor.
Aqui estão 10 doenças em que a Ioga po­de fazer diferença:
1 – Dores de cabeça. Algumas posturas, como a do camelo, da roda e da ponte podem ajudar com dores de cabeça. Elas esticam os músculos na frente do peito, que ajudam a controlar a cabeça.
2 – Asma. Vários estudos mostram que Ioga auxilia os que sofrem de asma. Pro­cure profissionais para saber quais postu­ras ajudam.
3 – Disfunção sexual em mulheres. Pes­quisas mostram que as mulheres que prati­cam Ioga melhoram o desejo sexual, a sa­tisfação e os orgasmos. Especialistas suge­rem uma sequência de posturas como aga­chamento de pernas, postura do lagarto e postura do sapo para melhorar a vida sexu­al da mulher.
4 – Disfunção sexual em homens. Médi­cos na Índia têm usa­do a Ioga com suces­so para tratar ho­mens com ejacula­ção precoce. Nesse caso, também, certas po­ses parecem ajudar os homens a melhorar su­as vidas sexuais, como a postura do cachorro.
5 – Problemas de sono. Pesquisadores de câncer descobriram que pacientes com linfoma que fazem Ioga dormem melhor do que os que não fazem. Alguns guias de Ioga sugerem a postura do bebê feliz ou da deu­sa antes de ir para a cama.
6 – Dores menstruais. Pesquisa consta­tou que as posturas da cobra, gato e peixe ajudaram adolescentes e mulheres jovens com dor menstrual.
7 – Lesões no manguito rotador. Um es­tudo de Loren Fishman mostrou que uma postura na qual o praticante fica de cabe­ça para baixo com ajuda de uma outra pes­soa pode ajudar pessoas com lesões no man­guito rotador.
8 – Osteoporose. Fishman também publi­cou estudo mostrando que uma sequência de 10 posturas de Ioga ajuda a construir densi­dade óssea em mulheres após a menopausa.
9 – Sensibilidade à dor. Segundo estudo da Universidade de Utah, EUA, as pessoas que praticam Ioga têm uma maior tolerância à dor do que aquelas que não praticam.
10 – Depressão e ansiedade. Um estudo alemão mostrou que mulheres emocional­mente perturbadas tornaram-se menos de­primidas e ansiosas depois que fizeram du­as aulas de 90 minutos por semana, duran­te três meses. A pesquisa sugere as posturas do camelo, da ponte e da roda.

Fonte: CNN – Correspondente Medical Sê­nior – Elizabeth Cohen

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Cinco maneiras de se exercitar no trabalho



Muitas vezes é difícil encontrar tempo para fazer exercícios. A rotina cheia de atividades e preocupações acaba fazendo com que as pessoas aproveitem o pouco tempo livre apenas para o descanso e lazer. Porém, pequenas atitudes durante o dia colaboram para a prática de exercícios físicos, que podem ser executados até mesmo no ambiente de trabalho.
Segundo o preparador físico Marcio Atalla, o cenário é preocupante. “O sedentarismo vem aumentando cada vez mais. Apenas 35% da população brasileira pratica atividade física três vezes por semana, sendo que o ideal é 30 minutos por dia e cinco vezes por semana. Por isso, é importante aproveitar todas as oportunidades dentro de uma rotina agitada”, explica.
Veja as orientações do Atalla para exercitar-se no trabalho:
1. Substitua o elevador pela escada. Doze andares por dia são, em média, 11 centímetros a menos de circunferência por mês e uma grande melhora cardiovascular.
2. Ande! Em vez de mandar e-mail para um colega no mesmo piso, vá conversar com ele. Levante para buscar água. O ideal é fazer pequenas pausas a cada hora de pelo dois minutos.
3. Se possível, aposente o carro e passe a utilizar a bicicleta ou o transporte público. Se sua casa for próxima ao trabalho, por que não ir andando?  Pequenos trajetos do escritório ao restaurante, da casa a padaria também valem! Acumule movimento!
4. Aproveite os momentos em pé para fazer exercícios também – fique na ponta dos pés enquanto espera para fazer cópias ou impressões.
5.  Sentado na sua cadeira do escritório também é possível fazer alguns exercícios, como juntar as mãos como se estivesse dando um aperto em si mesmo e tentar separá-las (resistindo). Segure por 10 segundos e solte, faça pelo menos cinco repetições.
Além dos exercícios, a alimentação é parte essencial de uma rotina ativa e saudável. Atalla recomenda: “Depois de fazer exercícios, um alimento com açúcar, como um picolé ou uma bananinha, é ótimo para repor a energia rapidamente para o dia”.  Por fim, o preparador físico chama a atenção para o fato destas atitudes se tornarem um hábito:  “adianta muito pouco ou quase nada fazer só uma vez por semana. O ideal é que os comportamentos sejam diários. Seja honesto com você mesmo e tome uma decisão regular, lembrando sempre que é importante cuidar da saúde”, finaliza.

terça-feira, 7 de julho de 2015

Relacionamentos, respeito e compreensão



Atualmente, uma das gran­des questões pessoais são os rela­cionamentos, sejam eles amorosos, profis­sionais, familiares ou entre amigos. Muitos se queixam da falta de empatia do outro, da falta de respeito às opiniões divergentes.
O respeito é básico quando se pretende ter um bom relacionamento com alguém, pois quando ele falta, torna-se impossível qualquer relação saudável, as palavras se­rão usadas para atingir de maneira negati­va, magoando, entristecendo, podendo sur­gir sentimentos de raiva. Dessa forma geral­mente começa uma discussão que pode levar até mesmo a uma agressão física.
Os seres humanos são singulares e des­se modo muitas concordâncias podem exis­tir entre duas pessoas, mas não serão com­pletamente iguais em todos os seus enten­dimentos. Não é raro, nos dias de hoje, dis­cussões sobre religião e política. São esses temas muito comuns, em que sempre os en­volvidos tentam convencer o outro que sua ideia é a correta, como se existisse uma ver­dade absoluta, esquecendo que há várias verdades e que tudo depende de sua histó­ria de vida, de seus conceitos, de sua afini­dade, do meio ambiente em que se vive, ou seja, de sua singularidade.
Por essas questões é que temos de desen­volver a empatia, a capacidade de compre­ender o sentimento ou reação da outra pes­soa, sem necessariamente concordar com ela, mas respeitar suas opiniões e diferen­ças. E não é porque a opinião do outro é di­ferente que não deve­mos escutá-las, tentar entender seus argu­mentos e mostrar os nossos pontos de vis­ta e fazer questiona­mentos. É dessa for­ma que adquirimos e criamos conhecimento. Não podemos ser cristalizados a ponto de acreditar que já sa­bemos tudo de um determinado assunto.
Mas e quando as opiniões são divergentes e afetam ambas as partes? Tomar uma deci­são em conjunto com outras pessoas dife­rentes de nós nem sempre é fácil, mas sem­pre tem que haver bom senso, não dá para ser do jeito que todos querem. É necessário, então, conversar e chegar a um consenso. Para isso, precisamos deixar de lado o orgu­lho, a arrogância, e sermos mais flexíveis pa­ra tentar adaptar as exigências de cada um em uma que seja satisfatória para os envol­vidos. Ainda assim nem sempre conseguire­mos um acordo, e alguém precisa ceder. Ab­dicar parece algo negativo, como se alguém estivesse perdendo a discussão, mas é algo digno para se fazer em situações extremas, podendo a cada dificuldade encontrada alter­nar quem cede. Porém, muitos não têm a ma­turidade emocional para isso, o que dificulta cada vez mais o relacionamento com pesso­as diferentes, ocasionando cada vez mais dis­cussões desnecessárias, em que todos que­rem falar, mas ninguém quer ouvir.
(Artigo da psicóloga clínica Cintia Tonetti) 

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Fisioterapia para as incontinências urinárias

incontinência urinária (IU) é uma condição que afeta dramaticamente a qualidade de vida, comprometendo o bem-estar físico, emocional, psicológico e so­cial dos seus portadores. A IU pode acometer indivíduos de todas as idades, de ambos os se­xos e de todos os níveis sociais e econômicos. Quem explica é a fisioterapeuta uroginecológica Raquel Piovesana:
- Incontinência Urinária Masculina: as causas são variadas e a identificação da ori­gem é essencial para o tratamento adequa­do. Em homens sem problemas neurológi­cos, a IU está na maioria das vezes associa­da à história de cirurgias prostáticas, quan­do pode haver lesão do esfíncter ou do nervo responsável pelo seu funcionamento, levan­do a perdas urinárias. As perdas também po­dem decorrer de um excesso de contrações da bexiga durante o enchimento ou mesmo de transbordamento da urina.
- Incontinência Urinária Feminina: dife­rentes doenças podem causar os sintomas. Al­gumas delas são transitórias e facilmente tratá­veis, como infecções urinárias e vaginais, efei­tos colaterais de medicamentos e constipação intestinal. Outras causas podem ser duradou­ras ou permanentes. Entre as mais comuns es­tão a fraqueza dos músculos que sustentam a bexiga (bexiga caída e incontinência urinária de esforço), a bexiga hiperativa (contra­ções involuntárias da musculatura da bexi­ga) e a urgência mic­cional (vontade re­pentina e/ou incon­trolável de urinar).
A fisioterapia uro­lógica atua com téc­nicas de tratamento não cirúrgico das dis­funções do assoalho pélvico (urogenitais e anorretais), como a incontinência urinária, os prolapsos genitais, a dor pélvica crôni­ca, a incontinência fecal e as disfuções sexu­ais, utilizando aparelhos de biofeedback pa­ra contrações isoladas do períneo e eletroes­timulação para fortalecimento e/ou inibição das musculaturas envolvidas. O tratamen­to é simples, indolor e sem efeitos colaterais.
Uma vez que a IU é um sintoma, informe seu médico sobre ele. Uma avaliação bem feita po­de determinar a causa da sua incontinência e auxiliar na escolha do tratamento adequado.