terça-feira, 22 de junho de 2021

Conscientização e conhecimento são os primeiros passos para o tratamento da asma

 


Em 21 de junho é celebrado o Dia Mundial de Controle da Asma, uma das doenças crônicas mais comuns. Segundo dados epidemiológicos da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), ela acomete cerca de 300 milhões de pessoas entre crianças e adultos a nível mundial. No Brasil, estima-se que em torno de 20 milhões de brasileiros sejam asmáticos, acarretando em média 350 mil internações no Sistema Único de Saúde (SUS) anualmente.

Trata-se de uma doença de trato respiratório, que desencadeia um processo inflamatório nas vias aéreas. A causa da asma ainda não é conhecida, mas acredita-se que seja um conjunto de fatores genéticos e ambientais, que podem agravar ou desencadeá-la. Os fatores ambientais são os mais comuns, como a exposição à poeira, mofo, fungos, poluição e períodos sazonais do ano. Nas questões genéticas, observamos o histórico familiar de asma e rinite, além da obesidade.

Um paciente com asma apresenta os seguintes sintomas:

-    Falta de ar ou dificuldade para respirar;
-   Chio no peito, popularmente chamado de gato no peito
-    Sensação de peito pesado ou aperto
-    Tosse

Estes sintomas normalmente apresentam-se mais comumente nas primeiras horas da manhã ou à noite, pode piorar com a prática de exercícios físicos ou exposição do indivíduo à alérgenos como citados anteriormente, mofo, poeira, poluição.

O diagnóstico da doença é realizado pelo médico, através da história do paciente juntamente com a realização do exame de espirometria. Vale ressaltar que o diagnóstico de asma não é realizado através de radiografia de tórax ou somente baseado na história clínica do paciente. A radiografia de tórax muitas vezes é solicitada pelo médico, entretanto, ela é realizada com intuito de descartar outras patologias como tumores e não para diagnóstico da asma. A história clínica detalhada é de suma importância para fechar o diagnóstico. Nele, é importante observar quando o paciente relata apresentar os sintomas, períodos do dia, em alguma estação do ano, em algum ambiente específico, até mesmo para se descobrir ou dar indícios dos possíveis desencadeadores dos sintomas.

O exame específico é a espirometria, também conhecido como prova de função respiratória. Trata-se de um exame simples no qual o paciente realizará diversas expirações, e este volume de ar exalado será transcrito em números e gráficos para análise. Muitas vezes este exame é repetido, porém com o uso de um broncodilatador para acompanhar uma possível melhora nos volumes pulmonares avaliados, e desta forma verificar se a medicação será ou não eficaz, para uma possível reversão de um quadro agudizado.

 A asma possui diferentes graus de gravidade, classificados em quatro graus. O primeiro tem sintomatologia mais leve e períodos sem agudização do quadro, o grau quatro há presença de sintomas mais graves, com importante redução da ventilação pulmonar e sem períodos de cessação da crise.

A doença não tem cura, entretanto, com o tratamento adequado, os sintomas podem melhorar e até mesmo desaparecer ao longo do tempo. O importante nestes pacientes é, além da medicação rotineira, o autoconhecimento e o autocuidado a fim de evitar fatores desencadeantes da crise asmática, mantendo assim a melhor qualidade de vida.

No tratamento medicamentoso são utilizadas as famosas bombinhas, medicações inalatórias a base de broncodilatadores ou corticoides inalatórios que conseguem ser administradas em doses pequenas e com ótima eficácia, tanto no controle quanto na reversão e em boa parte das crises asmáticas.

Desde de 2011, o SUS fornece tratamento gratuito aos asmáticos por meio do Programa Farmácia Popular. Medicamentos como brometo de ipratrópio, dirpoprionato de beclometasona e sulfato de salbutamol podem ser obtidos, gratuitamente, com a apresentação do CPF e da receita médica.

Outra conduta importante para o paciente asmático é a prática de exercícios aeróbicos, sempre autorizada pelo médico e realizada de forma supervisionada. O objetivo é ter um melhor condicionamento cardiorrespiratório, auxiliando na redução de episódios de crise.

sábado, 19 de junho de 2021

Minha tontura é labirintite?

 


Citada de maneira equivocada pela maioria das pessoas que sofrem de tontura, a labirintite pode, na verdade, esconder outras doenças do labirinto, que é a parte interna do ouvido, responsável pela audição, percepção e equilíbrio do corpo.

De acordo com o otoneurologista Ricardo Dorigueto, do Hospital Paulista, o termo labirintite é geralmente utilizado de modo incorreto por pacientes e, até mesmo, por alguns profissionais da saúde, como sinônimo de tontura.

O especialista faz um alerta para os riscos de doenças neurológicas, psiquiátricas, cardíacas, hormonais e metabólicas, manifestadas com os mesmos sintomas. De fato, a maioria dos pacientes que se queixa de tontura possui doenças localizadas no labirinto ou em suas conexões com o sistema nervoso, mas não é a labirintite, caracterizada pela inflamação do labirinto.

Segundo o dr. Dorigueto, é importante que, ao sentir tontura, o indivíduo procure um médico, que pode ajudar a identificar a doença ou qual condição de saúde que está causando este sintoma.

"Erros alimentares, estresse emocional, automedicação e hábitos inadequados de sono e postura devem ser corrigidos. Neste momento de isolamento social, é necessário ficar atento também ao nervosismo, insônia e ao consumo excessivo de bebidas alcoólicas, nicotina e doces", destaca o especialista.

A patologia, no entanto, pode ser evitada por meio da adoção de hábitos saudáveis, praticados no dia a dia, além de uma dieta equilibrada, livre de gordura e açúcares; e da prática de atividades físicas regulares.

Diagnóstico

A melhor forma de diagnosticar a tontura é por meio de avaliação médica minuciosa. Como os sintomas costumam ser bastante comuns em pessoas que sofrem de outras patologias, como diabetes, hipertensão e até esclerose múltipla, é comum que ela seja facilmente confundida com outra doença.

"Caso haja algum desses sintomas, é importante que o paciente procure um profissional o quanto antes. A avaliação médica é importante não só para diagnosticar a labirintite, mas qualquer uma das doenças mencionadas", ressalta o médico.

Segundo o dr. Ricardo, o diagnóstico da tontura pode ser auxiliado por meio de exames complementares sofisticados, como a videonistagmografia, o vHIT (teste do impulso cefálico com vídeo) e o VEMP, indicados pelo profissional caso haja necessidade.

 

quinta-feira, 17 de junho de 2021

Fake news sobre cirurgias de hérnia de disco interferem no tratamento



Muito se fala sobre a hérnia de disco, uma doença relativamente comum no país: segundo o IBGE, mais de 5,4 milhões de brasileiros são afetados. Apesar de ser conhecida, ela é também uma doença que gera muitas dúvidas, principalmente sobre as formas de tratamento. Será que os pacientes realmente precisam de intervenções invasivas?

Segundo o dr. Marcelo Valadares, médico neurocirurgião da Disciplina de Neurocirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e do Hospital Albert Einstein, nem todo paciente com hérnia de disco precisa de uma cirurgia de coluna. "Este é um dos problemas mais comuns no consultório. O papel da cirurgia para quem tem hérnia de disco, na verdade, é muito pequeno. A maioria dos pacientes melhoram da dor apenas com medidas paliativas, como o uso de medicamentos", diz.

O especialista explica que cerca de 9 a cada 10 pacientes com dores causada por hérnias de disco não precisam de cirurgia. "O bom cirurgião sempre leva a intensidade da dor do paciente em conta, há quanto tempo ele está sofrendo com o problema e, também, como a dor interfere em suas atividades diárias", afirma o médico. "Se os sintomas forem leves e tiverem curta duração, o tratamento jamais será cirúrgico. "O organismo é sábio e capaz de corrigir alterações sozinho, ou com um pequeno auxílio. Em determinados casos, somente a fisioterapia ou uma infiltração são necessários", complementa o neurocirurgião.

Nos casos cirúrgicos, que são exceções, o dr. Valadares reforça: se o paciente for bem tratado e bem indicado, provavelmente terá grandes chances de resolver seu problema definitivamente com a cirurgia. "Raramente a cirurgia será a primeira opção. Quando isso acontece, é extremamente raro e relacionado a alterações neurológicas graves. É possível que tentemos tratamentos mais simples antes. Entretanto, quando o problema persiste e a pessoa está, por exemplo, há meses ou até mesmo anos sofrendo com dor, o caso será reavaliado", finaliza. 

 


terça-feira, 15 de junho de 2021

Dor de dente no frio? Saiba a causa

 


Se você coloca algo gelado na boca e sente um desconforto, provavelmente sofre com a sensibilidade dental. Essa sensação também pode ser desencadeada pelos dias mais frios, sendo intensificada de acordo com a área e dentina, principalmente se estiver exposta. 

 "O aumento da dor de dente no frio se chama "sensibilidade dentária". É um problema comum, que provoca dor quando a pessoa ingere algo muito quente ou muito frio, e que atinge mais de 50% da população adulta brasileira",  explica Ana Paula Quinteiro, professora do Instituto Levy Nunes na Faculdade São Leopoldo Mandic. 

 A dentista explica porque quem sofre com a sensibilidade sente essa dor. 

 "O ar frio em contato por alguns minutos com a superfície do dente, acaba resfriando o esmalte (parte externa), a dentina (camada intermediária) até chegar à polpa dentária, região rica em terminações nervosas, muito sensíveis ao frio. Isso gera a sensação de dor". 

 A boa notícia é que há como evitar a sensibilidade dentária. Além de procurar um dentista, quem sofre do mal deve adotar algumas medidas.  

 "Escovar os dentes de modo adequado, com pasta dental que não contém produtos abrasivos e tenha agentes dessensibilizantes.  Optar por alimentos e bebidas com baixo índice de acidez e não ingerir os mesmos em temperaturas extremamente quentes ou geladas,  também ajudam a evitar a sensibilidade dentária", aconselha.         

 Mas nem toda dor de dente nos dias frios são causados pela sensibilidade, mas apenas essa piora quando a temperatura cai. 

 "A dor de dente pode ser multifatorial e independe do clima.  A sensibilidade dentária sim, pode ser aumentada no frio quando a dentina está exposta",  conclui.

 

domingo, 13 de junho de 2021

Nutrição adequada é fundamental antes e depois da doação de sangue

 


Doar sangue ou plaquetas é uma experiência muito gratificante. Com apenas uma doação de um litro é possível salvar até 3 vidas. Toda vez que uma pessoa doa sangue, ele ajuda pacientes com câncer, transplantados, queimados, bebês prematuros, entre muitos outros.

Os doadores podem sentir certos efeitos colaterais como fadiga ou tonturas. Além disso perdem um pouco de ferro. No entanto, isso pode ser corrigido com nutrição equilibrada incluindo principalmente alimentos fonte de ferro, vitamina C, B2 e B9. As sugestões a seguir podem ajudá-lo a se preparar e evitar possíveis desconfortos e carências.

A nutricionista Adriana Stavro recomenda alguns alimentos para serem consumidos um dia antes no dia da doação de sangue.

Um dia antes da doação

· Consuma alimentos ricos em vitamina C (laranja, limão, acerola, abacaxi), estes ajudam absorver o ferro não heme (espinafre, acelga, couve, beterraba e couve, lentilhas e feijões) consumido;

· Com a alimentos ricos em ferro tais como frango, peru, ovos, peixe, marisco, carne e vísceras (fígado bovino ou frango);

· Consuma pelo menos 2 porções de verduras e legumes, e 3 porções de frutas;

· Durma pelo menos oito horas;

· Beba água (40 ml por kg de peso);

· Evite alimentos gordurosos como hambúrgueres e batatas fritas;

· Não ingerir bebidas alcoólicas 48 horas antes da doação, pois pode levar à desidratação;

· Se for doar plaquetas, não tome aspirina 48 horas antes;

· Não faça atividade física extenuante;

No dia da doação

· Tome café da manhã ou almoce (depende do horário marcado), antes do procedimento. Não doe sangue com o estômago vazio. As pessoas geralmente se sentem fracas depois de doar. Por isso, alimente-se antes;

· Beba água (40ml por kg de peso) ou chás;

· Você deve continuar bebendo líquidos após a doação;

· Consuma proteínas magras (frango, peixe, ovos, carnes) arroz integral ou macarrão integral, verduras, legumes e frutas;

· Evite alimentos gordurosos, como hambúrgueres, batatas fritas, pizza, feijoada;

· Não ingerir bebidas alcoólicas, pois pode levar à desidratação;

No dia seguinte da doação

Consuma alimentos ricos em vitamina C (laranja, limão, acerola, abacaxi), pois eles ajudam seu corpo a absorver o ferro consumido;

· Coma alimentos fontes de ferro: frango, peru, ovos, peixe, marisco, carne, vísceras(fígado bovino ou de frango), espinafre, acelga, couve, beterraba, couve, lentilhas e feijões;

· Beba água (40 ml por kg de peso);

· Evite alimentos gordurosos, como hambúrgueres, batatas fritas, pizza e feijoada;

· Não ingerir bebidas alcoólicas até 48 horas após a doação de sangue, pois pode levar à desidratação;

· Não faça atividade física extenuante;

Importante:

Evite bloqueadores de ferro

Alguns nutrientes interagem negativamente com a absorção de ferro. Mantenha um intervalo de ingestão de 3 horas (no mínimo) entre estes nutrientes. Os alimentos que reduzem a absorção de ferro no organismo são o leite e derivados, chá preto, café e chocolate

Coma alimentos ricos em ácido fólico (B9)
É importante substituir as células sanguíneas perdidas durante a doação de sangue. Seu corpo precisa de ácido fólico para produzir novos glóbulos vermelhos. Os alimentos fontes são o espinafre, couve nabos, couve de Bruxelas, brócolis, espargos, nozes, sementes, grão de bico, lentilhas, abacate

Riboflavina ou vitamina B2
Juntamente com o ácido fólico, a riboflavina também é necessária pelo organismo para produzir glóbulos vermelhos. Os alimentos ricos em riboflavina incluem o fígado, cogumelos, espinafre, nozes, sementes, leite e derivados, carnes de aves e ovos

sexta-feira, 11 de junho de 2021

Dia dos Namorados: o cérebro apaixonado

 


A oxitocina, produzida no hipotálamo, armazenada e secretada pela neuro-hipófise, é o verdadeiro hormônio do amor. Sua produção ajuda casais a se amarem e ficarem juntos por muito tempo.

 “Na arte da conquista e sedução, o cérebro trabalha a todo vapor, preparando o corpo físico e o comportamento para atrair o par ideal. Neurotransmissores e hormônios são responsáveis pela ativação do centro de recompensa, gerando sensações agradáveis e prazer sexual”, explica o dr. Fernando Gomes Pinto, neurocirurgião e neurocientista do HC de SP. 

Segundo ele, a dopamina, um neurotransmissor, aciona o sistema de recompensa e desencadeia a liberação da testosterona que estimula a libido em homens e mulheres. “A prolactina, também um hormônio, está relacionada com a satisfação sexual e a oxitocina relaciona-se com a sensação de intimidade e aconchego", diz ele. Sua produção e secreção ajudam as pessoas a se amarem e ficarem juntas por muito tempo.

O médico conta que certas áreas do cérebro precisam ser "desligadas" tanto nos homens quanto nas mulheres, para que outras áreas possam ser ativadas durante a conquista, o desejo e a companhia da pessoa amada. "Em especial as amígdalas nos lobos temporais, centro da ´defesa` de fuga ou luta, são ´desligadas` e centros do prazer são ativados como a área tegmental ventral", detalha.

Nas mulheres, o cortex órbitofrontal lateral esquerdo, responsável pelo controle de desejos elementares, silenciam-se também. E então elas podem "relaxar" suas preocupações e simplesmente amar e serem amadas.

O centro do prazer tanto do homem como o da mulher está localizado no hipotálamo. De acordo com dr. Fernando, uma pessoa amada é alguém com potencial para acionar a nossa área do prazer hoje e se der tudo certo, para sempre. "É por isso que os nossos pensamentos, desejos e sonhos, gerados e interpretados nos nossos lobos frontais sempre nos impulsiona a pensar na pessoa amada. Principalmente na fase de namoro, na fase da paixão", revela.

O especialista deixa algumas dicas para embalar um amor:

 • Sorrir sempre. O sorriso, que é o primeiro ganho neurológico aos dois meses de vida, provoca sensação de bem-estar, aceitação e conforto para quem recebe;

• Beijar muito. Traduz carinho e um bom beijo na boca provoca troca emocional intensa. A sensibilidade dos lábios é uma das maiores sentidas no cérebro humano;

• Ser sincero. Os relacionamentos sinceros fazem com que a qualidade de troca de informações dos cérebros do casal seja livre, rápida e intensa. O amor e o prazer podem se manifestar em toda sua plenitude.

 

quarta-feira, 9 de junho de 2021

Vitamina D, a queridinha da saúde no reforço a imunidade

 


Segundo Organização Mundial da Saúde (WHO), a deficiência de Vitamina D no organismo das pessoas já é uma pandemia, ou seja, uma epidemia disseminada em vários países.

O déficit de vitamina D é confirmado por meio de exames de sangue específicos. De acordo com a OMS, há insuficiência quando a concentração é menor do que 30 ng/ml (nanogramas por mililitro de sangue). Valores abaixo de 10 ng/ml são classificados como insuficiência grave. Dosagens iguais ou superiores a 30 ng/ml estão na faixa da normalidade, cujo limite máximo é 100 ng/ml.

Vitamina D é o nome geral dado a um grupo de compostos lipossolúveis que são essenciais para manter o equilíbrio mineral no corpo. As formas principais são conhecidas como vitamina D2 (ergocalciferol: de origem vegetal) e vitamina D3 (colecalciferol: de origem animal).

Embora seja chamada de vitamina, a substância é, na verdade, um pró-hormônio, ou seja, dá origem a vários hormônios importantes para o corpo. É sintetizada a partir de uma fração do colesterol, transformada sob a ação dos raios ultravioleta B do sol. Ela também está presente em alimentos -- principalmente peixes de água fria --, mas sua concentração neles é muito pequena, o que dificulta atingir as necessidades diárias.

Estudos científicos já revelaram que a vitamina D oferece proteção contra doenças respiratórias e fortalece o sistema imunológico. Outro alerta veio da Organização Mundial da Saúde (OMS), que a deficiência da substância pode diminuir a imunidade, pois ela desempenha um papel de imunomodulação, aumentando as defesas das mucosas.Portanto, ter níveis saudáveis do nutriente no corpo parece importante.

A nutricionista Adriana Stavro, especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis, destaca que a vitamina D é fundamental para o bom funcionamento do nosso organismo como um todo, pois além de atuar naregulação do sistema imunológico, que é nosso sistema de defesa, ela faz parte de todo um processo de tratamento e prevenção, inclusive, de doenças autoimunes, como artrite reumatoide e a esclerose múltipla.

Para garantir níveis adequados de vitamina D, o Ministério da Saúde recomenda, além de consumir alimentos fontes, a exposição solar de quinze a vinte minutos pelo menos três vezes por semana, sem protetor solar, até às 10:00h ou após as 16:00h.

Vitamina D nos alimentos
1 colher (sopa) de óleo de fígado de bacalhau — 227% da quantidade diária recomendada
85 g de salmão cozido — 75% da quantidade diária recomendada.
85 g de atum enlatado com água — 26% da quantidade diária recomendada
85 g de fígado de boi cozido — 7% da quantidade diária recomendada
1 ovo grande (com gema) — 7% da quantidade diária recomendada.

Quando a quantidade mínima recomendada não é atingida temos a opção da reposição/suplementação que deve ser feita apenas com acompanhamento de um especialista.