quinta-feira, 23 de abril de 2015

Higienize os pincéis de maquiagem: sua pele agradece!



Lavar os pincéis de maquiagem regularmente não é uma prática comum entre as mulheres, mas deveria ser. O acúmulo e envelhecimento de produto nas cerdas podem ocasionar no surgimento de bactérias que são nocivas à saúde, além de diminuir a vida útil do pincel.
A maquiadora Renata Almeida, docente da Renata Almeida Escola de Maquiagem e proprietária do Centro de Beleza e Estética La Isla (SP) explica que muitas mulheres correm um alto risco de contaminação e não se dão conta.
Assim como os objetos de manicure, os utensílios de beleza também necessitam de uma correta higiene e assepsia. Fique atento às dicas da maquiadora e mantenha uma beleza saudável.
- É necessário que a higienização de pincéis e esponjas seja periódica, no máximo de 15 em 15 dias.
- Para uma limpeza profunda, o melhor é usar xampu neutro e água corrente. Uma pequena quantidade de xampu é suficiente para limpar todos os resíduos agregados nas cerdas.
- Após a limpeza, retirar o excesso de água e deixar secar a sombra, deitado na horizontal. Dessa forma não correrá o risco da água fluir para o cabo de madeira e danificar o produto.
- É importante fazer a higiene diária com um produto antisséptico específico para pincéis. Dê duas borrifadas, massageie as cerdas em um pano limpo e espere secar.
- Para uma higiene mais rápida,  pode-se utilizar soluções de limpeza que existem no mercado. Mas essas soluções são superficiais, não substituem o uso periódico do xampu neutro e da água.
- Evitar o compartilhamento de pincéis e produtos de beleza entre amigas é outra maneira de conter a proliferação de bactérias e evitar doenças. O indicado é que os seus produtos de beleza sejam usados apenas por você.
A partilha inofensiva do pincel ou de um simples batom pode ser a porta de entrada para a contaminação da sua saúde. Fique atenta!

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Exercícios físicos na terceira idade



Ser idoso e sedentário não é desculpa para iniciar a prática de exercícios físicos. Dr. Maurício Serpa, médico coordenador hospitalista e chefe de equipe de Clínica Médica do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, explica que a prática da atividade física pode ser iniciada na terceira idade, desde que haja um acompanhamento adequado.
“É necessária uma fase de adaptação, além da realização de uma avaliação médica prévia. Normalmente, para indivíduos muito sedentários, nossa recomendação é começar com pequenas caminhadas ou pedalar sem nenhuma carga. Estas atividades devem ser realizadas entre 20 a 30 minutos por dia, três vezes por semana, durante quatro semanas. Para iniciantes, também costumamos recomendar a hidroginástica, pois há poucos riscos de lesões e é uma atividade em que a frequência cardíaca permanece mais baixa.”
A partir desta primeira etapa e de acordo com o desempenho do idoso, atividades moderadas já são permitidas. Quanto mais dedicado o indivíduo estiver aos exercícios, maiores os benefícios alcançados. Confira alguns deles, listados pelo Dr. Mauricio Serpa:
- Melhora do equilíbrio e sustentação do tronco;
- Melhora da velocidade de caminhada;
- Aumento da densidade óssea e prevenção da osteoporose (principalmente entre as mulheres, que são acometidas pela doença após a menopausa);
- Ativação do sistema cardiovascular;
- Auxílio no controle glicêmico para os diabéticos e prevenção para quem não tem a doença;
- Melhora do sistema digestivo. Além de oxigenar melhor os tecidos, os exercícios físicos aumentam o peristaltismo (movimentos involuntários realizados pelos órgãos do tubo digestivo para auxiliar a passagem do bolo alimentar);
- Prevenção da depressão, uma vez que a prática de atividades físicas libera endorfina e melhora a disposição e a autoestima.
O médico ressalta, porém, que as atividades devem ser acompanhadas por um fisioterapeuta ou um professor de educação física. Caso contrário, o idoso pode sofrer lesões ligamentares (nos ligamentos), articulares e musculares. A sobrecarga também pode gerar desgastes ósseos que levam a processos de artrose.

terça-feira, 21 de abril de 2015

Benefícios da drenagem linfática manual



A drenagem lin­fática manual é uma técnica de massagem que, quan­do feita por profissio­nais qualificados, tem o objetivo de ativar a cir­culação e levar as im­purezas do sangue pa­ra os gânglios localizados nas axilas, pesco­ço, pernas e virilha.
Segundo a fisioterapeuta Cibele Ribas, essa massagem combate o inchaço, melho­ra o aspecto da pele, reduz de forma signifi­cativa a celulite e afina a silhueta. Além dis­so, promove a sensação de relaxamento, con­forto e bem estar, melhorando, dessa forma, a qualidade de vida do indivíduo.
Gestantes podem fazer?
Sim, podem e devem fazer, garante Cibele. A retenção de líquidos é um problema comum na gravi­dez e a drenagem é perfeita para reduzir es­se desconforto. Ela ainda pode ajudar a pre­venir a celulite e diminuir o inchaço corpo­ral no fim do dia.
Porém, essa drenagem só pode ser fei­ta com aval do médico! Normalmente, isso ocorre a partir do terceiro mês de gestação e a massagem deve ser diferenciada, pois não se deve drenar a região abdominal e da mama.
Pós- operatório
A drenagem linfática é indispensável em ca­sos de lipoaspiração e abdominoplastia, pois as células e nódulos po­dem ficar parados na região abdominal de­vido à cirurgia, causando inchaço e defor­midade. A fisioterapeuta explica que a drenagem linfática também é in­dicada em casos de mamoplastia, hidroli­poaspiração, rinoplastia, mastectomia total ou parcial e cirurgias de prótese de silicone.
A drenagem pós-cirúrgica deve ser feita no corpo todo para estimular a circulação linfá­tica geral. Na área operada, o trabalho deve ser mais detalhado e direcionado, de forma lenta e delicada, visando diminuir o processo inflamatório provocado pela cirurgia.

Acupuntura e fisioterapia contra as dores

A Acupuntura, sendo uma especiali­dade da Fisioterapia, tem uma ação global no tratamento do paciente com dor, seja ela aguda, crônica, decorren­te de desequilíbrios emocionais ou traumas. Após uma avaliação criteriosa pode-se real­mente achar a causa do problema e atacá-la, chegando à cura. Em grande parte, os trata­mentos medicamentosos, enfatizam apenas a sintomatologia, ou seja, tratam a consequ­ência e não a causa.
Segundo a fisioterapeuta Renata Celian de Martins Kohs (Crefito 3/36420-F), a asso­ciação do tratamento fisioterápico conven­cional ou da RPG à Acupuntura tem mostra­do resultados surpreendentes, pois é possí­vel equilibrar o sistema muscular e o siste­ma ósseo, juntamente com o equilíbrio ener­gético do individuo, proporcionando condi­ções para que se mantenham os resultados e se previnam novas ocorrências.
A dra. Renata explica que, segundo o de­poimento de alguns pacientes com dor lom­bar, por exemplo, onde se associa o tratamen­to fisioterápico à Acupuntura ou que somen­te tratam pela Acupuntura, já na primeira sessão, os resultados variam de 60% a 80% de melhora em uma escala subjetiva de dor. “Este é apenas um exemplo, pois na verda­de os resultados são muito mais abrangen­tes quando se associa a Acupuntura”, ressal­ta. “Ocorre, na maioria das vezes, uma sen­sação de bem-estar, melhora do sono, equi­líbrio do ape­tite, melhora da disposição etc, ou seja, há um ganho real em todos os aspectos do ser humano e isso, com certeza, torna seu dia-a-dia muito melhor.”
Como e o que a Acupuntura trata?
Diversas patologias podem ser tratadas pela Acupuntura: dores nas articulações e na coluna, obesidade, estresse, TPM, insônia, ri­nite e outros problemas respiratórios, hiper­tensão arterial etc. O tratamento pode ser re­alizado em adultos e crianças. São utilizadas agulhas descartáveis, que são dispostas em pontos distribuídos pelo corpo.
Outra forma utilizada é a auriculoterapia, em que sementinhas são presas com micro­pore no pavilhão auditivo em pontos espe­cíficos (geralmente usada em crianças, mas também em adultos). É totalmente indolor. A fisioterapeuta explica que por meio da apli­cação nos pontos dos meridianos há libera­ção de endorfinas e a energia, o sangue e os fluidos corpóreos passam a circular sem blo­queios pelos canais e pela região da dor. Em consequência, há alívio dos sintomas.
“Fique atento aos sinais do seu corpo, pro­cure auxílio o quanto antes e sinta os benefí­cios da Acupuntura”, finaliza a fisioterapeuta.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Aprenda a fazer a trança bagunçada



O verão pede um visual mais descontraído, sem muito apego aos detalhes. A começar pelos cabelos. Um dos hits dessa estação são as tranças, perfeitas para todos os estilos e ocasiões. “O penteado valoriza a mulher e ressalta sua feminilidade e sensualidade”, diz Marília Kikuchi, técnica em Beleza da Condor.
Existem vários tipos de tranças: simples, no rabo de cavalo, nas laterais, embutidas e modernas com mechas soltas. Seja como for, valorizam a produção com um toque chique e romântico. A tendência para a próxima estação é a trança lateral messy (ou trança lateral bagunçada), que já é sucesso entre as famosas. Marília ensina alguns passos para fazer o penteado e entrar na moda:
  1. Faça cachos com um babyliss, separando mechas e ondulando os cabelos, deixando os cachos mais soltos.
  2. Na parte de trás da cabeça, faça duas tranças simples, cruzando do lado direito ao esquerdo e prenda com um elástico fino.
  3. Faça uma trança com as duas menores, sem apertar muito.
  4. Puxe os gominhos da trança para dar um ar displicente.

domingo, 23 de novembro de 2014

Diabetes: saiba como evitar a hipoglicemia

A Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) orienta idosos e seus familiares aos cuidados para se evitarem episódios de hipoglicemia, uma complicação que consiste na baixa da taxa de açúcar no sangue e acomete predominantemente diabéticos e, principalmente, aqueles que estão em tratamento com medicamentos. Segundo dados do Ministério da Saúde, idosos acima dos 65 anos são os que mais sofrem com diabetes, sendo 21,6% das pessoas nessa faixa etária portadores da doença. O diabetes tipo 2 é o mais comum.
Segundo o presidente da Sociedade, o geriatra João Bastos Freire Neto, nas pessoas idosas as funções dos rins e outros órgãos, podem apresentar comprometimento e, assim, alterar o metabolismo dos medicamentos e da insulina no organismo, o que pode contribuir para um risco aumentado de hipoglicemia.
Sudorese, tremores, agitação, sensação de fome, de fraqueza são alguns dos sintomas leves que caracterizam o quadro de hipoglicemia. Já a confusão mental, turvação da vista, convulsão e, até mesmo desmaios, são reflexos de um quadro acentuado de uma condição hipoglicêmica. Manter a ingestão de alimentos de três em três horas também é uma atitude simples, mas que ajuda a garantir a glicemia equilibrada no organismo.

É ideal buscar um meio de aferição da glicemia já ao primeiro sinal de uma baixa. Como um primeiro socorro no caso de hipoglicemia, Bastos indica que se tenha sempre à mão uma fonte de açúcar que possa ser consumida rapidamente. “Balas, mel, uma colher de café de açúcar. Estas são algumas medidas simples, que podem ser adotadas para subir a taxa de glicemia”, relata o presidente da SBGG.

O não-controle do diabetes pode causar cegueira, amputação de membros, insuficiência renal, derrame cerebral, disfunção erétil, úlcera nos pés, depressão, entre outros problemas. E aumentam os riscos de incontinência urinária, quedas e demências.
Conheça algumas das circunstâncias que levam pessoas com diabetes a apresentarem hipoglicemia: 
● Tomar muito remédio, incluindo insulina ou certos comprimidos para diabetes
● Alimentação inadequada
● Realizar atividades físicas sem comer algo (lanche) ou reduzir a dose de insulina (injetável ou oral)
● Manter longo período de ingesta de alimentos entre as refeições
● Consumir bebida alcoólica em excesso
Sintomas
Diferem de pessoa para pessoa e podem alterar ao longo do tempo. Nas primeiras fases da redução da taxa de açúcar pode ocorrer:
● Suor ou tremor
● Sensação de fome
Ao identificarem alguma destas situações é indicado verificar o nível de açúcar no sangue e, conforme o resultado tratá-lo. 
Em casos avançados da hipoglicemia a pessoa apresenta:
● Dificuldade para andar ou sensação de fraqueza
● Visão turva
● Confusão mental ou agir de forma diferente do habitual
● Convulsão
Algumas pessoas não apresentam sintomas durante as primeiras fases de baixa de açúcar no sangue. Nestes casos aumenta a chance de os sintomas aparecerem apenas em estágio grave. Os médicos chamam este quadro de “desconhecimento hipoglicêmico”, comum em pessoas com o seguinte perfil:
● Ter tido diabetes tipo 1 há mais de 5 a 10 anos
● Use insulina para manter seu nível de açúcar no sangue sob controle
● Ingira uma grande quantidade de álcool
● Faça uso de medicamentos para a pressão alta ou diabetes
Como posso evitar a baixa de açúcar no sangue?  A melhor maneira de prevenir a baixa de açúcar no sangue é:
● Verifique os níveis de açúcar no sangue com frequência – conforme indicação médica.
● Conheça os sintomas da glicemia no sangue e esteja apto e pronto para tratá-lo nos estágios iniciais.

sábado, 22 de novembro de 2014

Mitos e verdades sobre a pele oleosa



Cravos, espinhas, poros abertos e evidentes, brilho excessivo ao longo do dia. Esses são alguns dos problemas com os quais pessoas de pele oleosa precisam lidar diariamente. Mas, afinal, o que causa a oleosidade? Que tipo de sabonete usar? É preciso hidratar? A dermatologista Annia Cordeiro Lourenço esclarece alguns mitos e verdades sobre a pele oleosa.
Pele oleosa não precisa de hidratante
Mito. Pele oleosa não é sinônimo de pele hidratada. Ela pode ressecar e, por isso, ficar mais suscetível a infecções e irritações. Quem tem pele oleosa também deve hidratar, preferindo produtos em gel e sem óleo em sua composição. Há hidratantes próprios para esse tipo de pele que, além de hidratar, ajudam a diminuir a oleosidade e o brilho.
Lavar o rosto várias vezes ao dia ajuda a diminuir a oleosidade
Mito. A lavagem do rosto diminui a oleosidade da pele apenas se for feita com sabonete adequado e, no máximo, duas vezes ao dia. Lavar o rosto muitas vezes ao dia acaba ressecando a pele e, como efeito rebote, aumenta a produção de sebo. É uma tentativa do organismo de proteger a pele que ficou seca. Sabonetes específicos para pele oleosa contém produtos que ajudam a controlar a oleosidade, como ácido salicílico.
Pele oleosa tem mais tendência à acne
Verdade. Na pele oleosa, há uma produção elevada de sebo, que acaba se acumulando e obstruindo o poro. O resultado é a proliferação de bactérias causadoras da acne. Os poros abertos e evidentes também são um dos resultados dessa obstrução causada pelo sebo. Ainda há outros fatores que podem deixar os poros evidentes, como o ressecamento, acúmulo de células mortas e a perda de colágeno e elastina.
O uso de filtro solar aumenta a oleosidade
Em partes. O uso de um filtro solar adequado não irá aumentar a oleosidade da pele e é fundamental para manter a saúde e prevenir doenças graves, como o melanoma. O dermatologista saberá indicar um protetor sem óleo que seja mais indicado para cada paciente. O filtro solar não deve nunca ser dispensado. Mas, o uso de qualquer produto pode aumentar a oleosidade, sim. Hidratantes e filtros solares muito oleosos podem piorar a obstrução dos poros, agravando o quadro de acne. Deve-se optar por hidratantes e protetores solares oil free e não comedogênicos, em gel, sérum ou toque seco.
Quem tem pele oleosa não pode usar maquiagem
Mito. O uso de maquiagem pode aumentar a oleosidade da pele, mas existem diversos produtos que são indicados para pele oleosa. Algumas maquiagens têm ingredientes eu até contribuem para o controle da oleosidade.
Uma vez oleosa, sempre oleosa
Mito. Ao longo da vida, a pele passa por muitas mudanças. Clima, idade, alterações hormonais são alguns dos fatores que podem tornar a pele mais ou menos oleosa. Por isso, a visita ao dermatologista deve ser periódica para que os tratamentos realizados sejam sempre revistos. Parte das pessoas tem redução da oleosidade após a adolescência, mas muitas persistem com oleosidade e devem continuar com produtos e cuidados específicos. Durante a gravidez a oleosidade pode melhorar ou piorar, depende da pessoa e é difícil prever. Após a menopausa pode haver redução da oleosidade por alterações hormonais. Nas mulheres, alguns anticoncepcionais podem ser escolhidos especialmente para ajudar no controle da oleosidade e acne. Deve-se fazer uma escolha cautelosa com o ginecologista, pois alguns hormônios podem piorar o quadro.