quarta-feira, 16 de julho de 2014

Cuidado com lesões no futebol



O futebol é um dos esportes mais praticados no país. Mas, a paixão nacional vai além do divertimento e benefícios de quem o pratica. O esporte também é considerado o responsável pelo maior número de lesões desportivas no mundo – tanto em quem pratica por lazer, ou em atletas profissionais.
Segundo o médico ortopedista e traumatologista Christiano Saliba Uliana, o que se vê é que as lesões têm relação direta com o preparo físico dos atletas. Seja no âmbito do esporte profissional ou no amador, as fraquezas e desbalanços musculares são as principais causas de lesão neste e em outros esportes. As lesões mais frequentes do futebol acometem principalmente os membros inferiores, como cintura, coxas, pernas e pés. As distensões e as entorses são os principais problemas osteomusculares na prática do esporte.
A distensão muscular ocorre quando um músculo ou o tendão que se prende ao osso é submetido a um esforço que rompe algumas ou muitas fibras musculares e os vasos sanguíneos que as irrigam, dando origem a um hematoma acompanhado de inflamação local. As lesões musculares ocorrem geralmente na panturrilha e na região da coxa, sendo mais comum na região posterior, que funciona como “desacelerador” do membro na hora do chute.
Já as entorses – conhecidas como torções do joelho e tornozelo -, também são frequentes motivos de atendimento médico. No tornozelo, os traumas durante a disputa de bola, ou mesmo quando o atleta muda de direção na corrida, podem causar lesões ligamentares. No joelho, graves consequências, como a ruptura do ligamento cruzado anterior, lesão meniscal ou mesmo da cartilagem intra-articular.
A cabeceada de bola também é muito frequente nos jogos. Sobre as possíveis lesões causadas por ela, o médico explica que a cabeçada contra a bola não costuma ocasionar nenhum tipo de lesão. Segundo ele, o trauma crânio encefálico pode ocorrer na disputa de bolas alta entre dois jogadores. Quando ocorre este tipo de lesão, é fundamental realizar um exame das funções neurológicas, investigando sintomas como tontura, desmaio, náuseas ou embasamento da visão.
Existem órteses para a proteção dos ossos da face, incluindo o nariz, acessórios que são mais usados como proteção para os atletas que estão se recuperando de uma lesão.
Recomendações
O ortopedista dá algumas dicas para prevenção de lesões, de quem pratica o esporte:
Preparação física: os praticantes devem se manter preparados fisicamente, tanto no âmbito cardiovascular como na questão osteomuscular.
Alongamento: o alongamento e fortalecimento dos membros inferiores são fundamentais num processo de prevenção de lesões. Mantendo os tendões alongados, as chances de o atleta sofrer uma lesão é menor.
Campo: o jogo deve ser realizado em gramados de boa qualidade.
Acessórios: o uso de caneleira e meias longas deve ser rotineiro. A caneleira pode proteger de várias situações de traumas diretos. O uso de chuteiras apropriadas para cada piso também diminui a incidência de lesões.

terça-feira, 15 de julho de 2014

BodyTalk equilibra o sistema corpo-mente

Já pensou como Barack Obama e Oprah Winfrey são tão brilhantes, lúcidos e centrados? Em depoimento ao jornal britânico The Telegraph, eles admitem ser fãs do BodyTalk há anos. A técnica, criada há 12 anos pelo australiano dr. John Veltheim, é um tratamento não invasivo que equilibra o sistema corpo-mente: físico, mental e emocional. Traz bem-estar por meio de um corpo forte, mente saudável e sincronicidade na vida. E promove, além da saúde, bom relacionamento interpessoal e habilidade de lidar com conflitos.
Segundo a terapeuta Samara Vanini, o BodyTalk une métodos conhecidos como Mecânica Quântica, Neurociência, Medicina Chinesa, entre outros. Parte do princípio que o ser humano é um ser interativo, uma rede dinâmica e interdependente de matrizes. Alterações dessas conexões geram desconforto no complexo corpo-mente. O BodyTalk trabalha restabelecendo o equilíbrio natural sistêmico.
Nas sessões, o paciente relata seu estado de saúde e questões pessoais. Nelas, o terapeuta estabelece um paramêtro criando uma comunicação SIM/NÃO, por meio de toques leves, no mesmo lugar, geralmente, no braço. A terapeuta segue o Protocolo® do BodyTalk, um fluxograma que mapeia o complexo corpo-mente e gera programas internos para melhoria do sistema.
O BodyTalk é democrático e serve para todos, em qualquer fase e quadro de saúde - disfunções do sistema imunológico, alergias e intolerância; doenças inflamatórias e autoimunes; liberação de estresse e de eventos traumáticos da vida; organizações e dinâmicas de grupos (famílias, empresas etc); reabilitação de atletas para melhora da performance; harmonização de gestantes, parto e bebê, entre outros -, ajudando os clientes a alcançar o bem-estar pleno.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Distúrbios Respiratórios do Sono têm tratamento

Os Distúrbios Respiratórios do Sono (DRS) são considerados como doença. 
São caracterizados por sintomas noturnos de ronco, apneia observada, sono inquieto, sono interrompido, entre outros, e sintomas diurnos de perda do potencial de atenção, do rendimento no trabalho e de qualidade de vida.
Segundo a cirurgiã-dentista Denise F. Barbosa (CROPS 38756), os sinais da doença vão desde inflamações das vias aéreas, colesterol alto, hipertensão até o diabetes e que podem levar o paciente portador dos DRS ao AVC (acidente vascular cerebral) ou ao enfarte do miocárdio. O principal fator de risco é a obesidade.
Faça um teste para avaliar sua obesidade: o IMC (índice de massa corporal), que é o peso dividido pela altura ao quadrado, deve ser menor ou igual a 30 Kg/m2; a circunferência cervical (largura do pescoço) deve ser menor do que 40 cm nos homens e menor que 36 cm nas mulheres; a circunferência abdominal (largura da cintura na altura do umbigo) deve ser menor do que 90 cm nos homens e 80 cm nas mulheres.
Se estas medidas estiverem aumentadas, você pode ser um candidato aos DRS.
Outros fatores de riscos são: idade acima de 65 anos, história familiar de DRS, anatomia crânio-facial com palato duro ogival (céu de boca profundo), queixo pequeno e aumento de distância entre incisivos superior e inferior, entre outros.
O tratamento é feito pela Medicina do Sono, onde a inserção do cirurgião-dentista se dá pela necessidade da multidisciplinaridade.

O cirurgião-dentista capacitado, após intensos questionários, exame clínico e radiográfico, moldagem das arcadas denárias, confecciona o aparelho intraoral individualizado com a possibilidade de avanço mandibular gradual.
A ação do aparelho intraoral é promover a manutenção da abertura das vias aéreas e o tônus da musculatura da garganta durante o sono, mas este tratamento só pode ser feito através de prescrição médica, onde o médico diagnostica a doença através da polissonografia e encaminha o paciente para tratamento com aparelho intraoral, quando for indicado.

domingo, 13 de julho de 2014

Laser na Acupuntura: só benefícios!


A Acupuntura é um método terapêutico que visa tratar as doenças e promover a saúde sem o uso de medicação, por meio de estímulos em pontos no corpo do paciente chamados meridianos. O uso do laser na Acupuntura é um método que não usa agulhas, utilizando laser de baixa intensidade (com energia não destrutiva), com os mesmos efeitos e indicações do uso das agulhas, porém com algumas vantagens:
- O laser não precisa perfurar a pele do paciente, não provocando hematomas e nem desconforto nos pontos de aplicação;
- O tratamento beneficia os pacientes que têm medo de agulhas;
- O paciente fica mais relaxado e confortável nas sessões sem o uso das agulhas;
- Em localizações mais delicadas como os pés e couro cabeludo, o paciente não tem desconforto com o uso do laser.
O laser na Acupuntura promove efeitos biológicos de biomodulação agindo com sucesso nas patologias que cursam com dor agudas e crônicas. Inúmeras doenças e disfunções orgânicas podem ser tratadas, tais como: doenças neurológicas, respiratórias, reumatológicas, digestivas etc.
A Medicina Tradicional Chinesa, por meio da Acupuntura, visa tratar o doente como um todo, e não somente a doença. A doença é interpretada como uma alteração na energia vital e suas causas podem estar relacionadas com fatores climáticos, exposição do corpo a agentes nocivos e também distúrbios emocionais.
O tratamento com laser segue os mesmos protocolos do tratamento com agulhas. O médico faz anamnese (história clínica do paciente), exame físico, se necessário, e exames complementares. Feito o diagnóstico clínico, será proposto o tratamento.


sábado, 12 de julho de 2014

Fisioterapia para as incontinências urinárias

A incontinência urinária (IU) é uma condição que afeta dramaticamente a qualidade de vida, comprometendo o bem-estar físico, emocional, psicológico e social dos seus portadores. A IU pode acometer indivíduos de todas as idades, de ambos os sexos e de todos os níveis sociais e econômicos.
- Incontinência Urinária Masculina: as causas são variadas e a identificação da origem é essencial para o tratamento adequado. Em homens sem problemas neurológicos, a incontinência urinária está na maioria das vezes associada à história de cirurgias prostáticas. Durante essas cirurgias pode haver lesão do esfíncter ou do nervo responsável pelo seu funcionamento levando a perdas urinárias. As perdas também podem decorrer de um excesso de contrações da bexiga durante o enchimento ou mesmo de transbordamento da urina.
- Incontinência Urinária Feminina: mais comum em mulheres, diferentes doenças podem causar os sintomas de incontinência urinária. Algumas delas são transitórias e facilmente tratáveis, como infecções urinárias e vaginais, efeitos colaterais de medicamentos e constipação intestinal. Outras causas podem ser duradouras ou permanentes. Entre as mais comuns destacam-se a fraqueza dos músculos que sustentam a bexiga (bexiga caída e incontinência urinária de esforço), a bexiga hiperativa (contrações involuntárias da musculatura da bexiga) e a urgência miccional (vontade repentina e/ou incontrolável de urinar).
A fisioterapia urológica atua com técnicas de tratamento não cirúrgico das disfunções do assoalho pélvico (urogenitais e anorretais), como a incontinência urinária, os prolapsos genitais, a dor pélvica crônica, a incontinência fecal e as disfuções sexuais, utilizando aparelhos de biofeedback para contrações isoladas do períneo e eletroestimulação para fortalecimento e/ou inibição das musculaturas envolvidas. O tratamento é simples, indolor e sem efeitos colaterais.
Uma vez que a incontinência urinária é um sintoma, é importante que você informe seu médico sobre ele. Uma avaliação bem feita pode determinar a causa da sua incontinência e auxiliar na escolha do tratamento adequado.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Alimentação no inverno

Normalmente, no inverno, o metabolismo fica um pouco mais acelerado, pois o organismo precisa manter estável a temperatura corporal. Com isso, passamos a sentir um pouco mais de fome, pois estamos gastando um pouco mais de energia que de costume. É assim que muitas vezes prejudicamos nosso peso no inverno, pois passamos a procurar mais por massas e alimentos calóricos. 
Nesta época precisamos de alimentos quentes que ajudem o organismo a manter a temperatura. Sopas, legumes refogados, chás, leite, chocolate amargo, gengibre, vinho e canela são alimentos que aquecem e ao mesmo tempo saciam. 
O problema é que quando bate aquela fome fora de hora, no inverno não dá vontade de consumir frutas, mas, cuidado, em vez de atacar biscoitos e pães, tente manter a opção da fruta, mas de outra maneira, como uma banana ou maçã aquecidas no micro-ondas com canela. 
Nas refeições principais diminuímos a salada e aumentamos o arroz e macarrão. Nesse caso, devemos fazer o mesmo: continuar consumindo os vegetais, mas aquecidos, ou seja, legumes e verduras refogados ou abafadinhos. 
Uma boa pedida para esta época são as sopas e caldos, bem ricos em legumes, verduras, grãos e carnes. É um prato completo e saudável. Só fuja das sopas prontas, pois são repletas de sódio, causando danos à saúde. 
Outro alimento que ajuda bem nesta época é o chocolate amargo; ele aquece, tem pouco açúcar e gordura, e é rico em antioxidantes importantíssimos para saúde. 
Não importa a estação, nunca se esqueça que sua alimentação é uma das grandes responsáveis por sua qualidade de vida.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Aprenda a lavar o cabelo corretamente

Lavar as madeixas não é uma coisa tão simples quanto parece. Por incrível que pareça, as pessoas não sabem a forma correta de higienizar os cabelos. A hair stylist Mona Diorio dá algumas dicas simples e que farão toda a diferença no resultado final.
- Não usar água muito quente ou muito fria é primordial. O mais recomendado é lavar o cabelo com água morna, pois quando a água está muito quente ou muito fria causa maior oleosidade no couro cabeludo, dando ao cabelo um aspecto opaco. Além da água, a sequência de produtos também interfere no aspecto do cabelo.
- Um não, dois xampus. Para começar a lavagem, além de escolher a temperatura da água, precisamos selecionar os produtos específicos para cada tipo de cabelo. No entanto, para conseguir o tão desejado brilho no cabelo é preciso começar com um xampu adstringente, que pode ser tanto um antirresíduo ou um para cabelos oleosos, que também serve. Segundo Mona Diorio, todas nós temos oleosidade bem na raiz, umas mais, outras menos. No entanto, as brasileiras são apaixonadas por xampus supercremosos, que aumentam os resíduos na raiz do cabelo, além de não remover a oleosidade, nem a poluição do dia a dia, dando um aspecto de um cabelo pesado e sem brilho. O truque é, depois de lavar bem os cabelos com o antirresíduo, aplicar o segundo xampu para hidratar. Mas a aplicação deve ocorrer somente nas pontas, para obter o resultado de uma raiz mais soltinha, com brilho e as pontas pesadinhas e hidratadas.
- Condicionar ou não? O condicionador, quando usado na raiz, deixa o bulbo capilar sem respirar, entupindo-o, fazendo com que apareçam as caspas, deixa os fios sem brilhos, além de dar coceira. O condicionador só deve ser usado no comprimento dos fios, e em seguida deve ser enxaguado por completo, garantindo mais brilho às madeixas.
Segundo a hair stylist, o cabelo lavado de forma errada, além de deixá-lo sujo, dá um aspecto desagradável e oleoso. Seguindo essas dicas, o cabelo ficará com um aspecto igual ao cabelo lavado no salão.