Muita gente conhece o óleo de coco e o de argan e seus benefícios para o cabelo. Mas o óleo de jojoba, que está começando a se popularizar, também traz efeitos poderosos para a saúde dos fios.
terça-feira, 6 de julho de 2021
Benefícios do óleo de jojoba para o cabelo
domingo, 4 de julho de 2021
5 condições que podem causar irritação vaginal
Quando há algo de errado com o nosso organismo, nosso corpo apresenta uma série de sinais de alerta. Por exemplo, quando a saúde da pele é prejudicada, um dos primeiros sintomas a surgir é um processo irritativo da região afetada. Mas, engana-se quem acredita que a irritação é um sintoma de alerta que se restringe à pele, já que também pode atingir outros locais do corpo que estão sofrendo com algum tipo de alteração ou desequilíbrio, incluindo a vagina. “Caracterizada pela presença de coceira, queimação e secreção na vagina e na vulva, a irritação vaginal é geralmente causada por fatores como alterações hormonais, que ocorrem durante o período menstrual e a menopausa. Isso acontece porque a vagina contém uma série de bactérias responsáveis por protegê-la de agressores externos e qualquer desequilibro hormonal pode causar uma alteração nessa composição, favorecendo o surgimento de irritação. Mas, nesses casos, o problema surge em breves episódios e, geralmente, resolve-se sem tratamento. Porém, quanto torna-se intensa, recorrente e persiste por longos períodos, a irritação pode ser sinal de uma condição mais séria e que pode representar riscos à saúde”, explica a Dra. Eloisa Pinho, ginecologista e obstetra da Clínica GRU. Então, para ajudar aqueles que sofrem com o problema, a especialista listou as principais causas da irritação vaginal. Confira:
Vaginose bacteriana: De acordo com a médica, a vaginose bacteriana figura entre as razões mais comuns para a irritação vaginal, ocorrendo devido a uma mudança no pH da vagina com consequente desequilíbrio na microflora bacteriana local. “Além da irritação, a vaginose bacteriana também é caracterizada pela presença de corrimento amarelado, bolhoso e de odor fétido, o que muitas pessoas chamam de ‘cheiro de peixe podre’”, completa.
Infecção fúngica: “Similar à vaginose bacteriana, a infecção fúngica também é causada por um desequilíbrio do pH vaginal, além de fatores como estresse, uso de antibióticos, práticas sexuais e mudanças na dieta, sendo que mulheres diabéticas são um dos grupos com maior predisposição a sofrerem com o problema”, afirma a ginecologista. “Também causando irritação, a condição pode ser diferenciada da vaginose pela aparência do corrimento, que é mais espesso e esbranquiçado.”
Vaginite atrófica: A vaginite atrófica, ou atrofia vaginal, é caracterizada pelo ressecamento e inflamação da vagina devido à diminuição da produção de estrogênio. “Ocorrendo geralmente na menopausa, mas podendo se desenvolver também durante a amamentação ou devido a condições que afetam a produção natural de estrogênio, a vaginite atrófica pode ser identificada pela presença de irritação e corrimento na região intima, além de ressecamento vaginal, dor ao urinar, necessidade constante de ir ao banheiro, incontinência urinária, infecções do trato urinário e desconforto e sangramento durante relações sexuais”, diz a médica.
Alergias e dermatites: Certos produtos que entram em contato com a região íntima podem causar hipersensibilidade com consequente surgimento de irritação vaginal. “Os principais culpados são os produtos que contam com fragrâncias, incluindo preservativos, sabonetes, espermicidas e lubrificantes. Absorventes e roupas intimas de tecidos sintéticos também favorecem o surgimento de irritação na região. Nesses casos, o problema fica ainda pior caso a região seja repetidamente exposta ao produto que causou a irritação”, destaca a Dra Eloisa.
ISTs: Muitas infecções sexualmente transmissíveis apresentam irritação como sintoma. Porém, entre as IST’s, a Tricomoníase é uma das principais causadoras do problema. “A tricomoníase é uma infecção sexualmente transmissível muito comum causada por um protozoário que afeta principalmente a vagina, a vulva e o colo do útero. Geralmente, o quadro da tricomoníase é assintomático, mas podem surgir sintomas como corrimento amarelo-esverdeado, irritação e odor fétido, sendo assim sintomaticamente muito parecida à vaginose, diferenciando-se pela coloração do corrimento, que, como dito, é mais esverdeado. E, se não tratada, a condição pode evoluir para uma doença inflamatória pélvica e até mesmo causar infertilidade”, alerta a especialista.
A boa notícia é que grande parte das causas da irritação vaginal pode ser prevenida através de cuidados básicos, como higienizar a região íntima diariamente e enxugar bem a área para evitar que fique úmida, o que a torna um ambiente propicio para a proliferação de fungos e bactérias. “Na hora da higienização, opte por produtos hipoalergênicos e que sejam formulados especialmente para a região íntima. Além disso, cuidado com o uso de sabonetes bactericidas e duchas vaginais, que causam alterações na microbiota responsável pela proteção da região”, aconselha a médica. “Evite ainda utilizar roupas íntimas sintéticas, dando preferência para aquelas que são feitas de tecidos que permitam a respiração adequada da região íntima, como o algodão. E sempre use preservativo para ter relações sexuais.”
No entanto, caso você apresente irritação vaginal persistente, o mais importante é consultar um médico, já que apenas ele poderá diagnosticar o problema corretamente e recomendar o melhor tratamento para cada caso, que pode variar dependendo da causa da irritação. “Por exemplo, enquanto alterações hormonais podem ser tratadas através de cremes hormonais tópicos ou a substituição da pílula anticoncepcional, alergias e dermatites são solucionadas apenas com a interrupção da utilização do agente causador do problema. Por fim, infecções bacterianas e fúngicas, assim como IST’s, podem ser resolvidas por meio do uso de antibióticos tópicos e orais”, finaliza a Dra. Eloisa Pinho
sexta-feira, 2 de julho de 2021
Possibilidade de ter um infarto é maior no inverno: saiba como se cuidar
O inverno chegou com tudo no Brasil. Basta observar a queda acentuada das temperaturas em grande parte do país nos últimos dias. E juntamente com o frio, uma série de cuidados devem ser tomados para evitar problemas à saúde. O coração também deve ser alvo destes cuidados. Basta observar que dados do Instituto Nacional de Cardiologia revelam que o número de infartos nesta época do ano pode aumentar em até 30%. As razões disso, explica o médico cardiologista dr. Roberto Yano, “em temperaturas mais frias o corpo entra em vasoconstrição, reduzindo o calibre das nossas artérias e com isso pode ocorrer a elevação da pressão arterial”.
Segundo o cardiologista, uma atenção especial deve ser dada para quem já possui doenças prévias do coração, e principalmente doença das coronárias. “A passagem de sangue pelos vasos já está sendo parcialmente bloqueada por placas de aterosclerose. No inverno essa condição pode piorar. Afinal, no frio, a constrição das artérias reduz mais ainda o fluxo sanguíneo pelo corpo e pela coronária, e o que pode ocorrer? Aumento do risco de Infarto”.
Outra questão a ser observada nesta época do ano é na má alimentação, orienta o cardiologista. “O corpo precisa de mais energia para manter a temperatura ideal, e por isso o organismo pede mais comida. O problema é que para suprir esta vontade a pessoa acaba ingerindo alimentos mais calóricos e gordurosos. Se por um lado a comida gordurosa parece ser uma fonte mais eficiente para fornecer energia, alimentar-se mal, pode acelerar ainda mais o processo de aterosclerose, entupindo as artérias do coração, e levando ao infarto”, acrescenta. E um grave problema também que precisa ser destacado é a redução de exercício físico: “as pessoas tendem a se exercitar ainda menos no frio, e sabemos que pessoas sedentárias estão mais propensas a terem doenças cardiovasculares. Além disso, o exercício provoca uma vasodilatação arterial, garantindo o fluxo adequado para os nossos órgãos”, explica.
Por fim, o mais importante de tudo, reforça Dr. Yano, é manter o acompanhamento clínico de forma periódica: “Mantendo a saúde em dia e controlando os fatores de risco, certamente futuras complicações serão evitadas. Diante de um cenário de pandemia, mantenha o equilíbrio emocional e siga sempre as orientações do seu médico. Assim poderá evitar que enfermidades, como diabetes, colesterol alto, hipertensão arterial, obesidade, ou até mesmo um infarto atrapalhem a sua vida”, completa.
quarta-feira, 30 de junho de 2021
O que não fazer para piorar a diástase
Estima-se que a cada 3 mamães duas sofram com diástase após a gestação. A condição, caracterizada pelo excesso de afastamento dos músculos abdominais, está entre as queixas mais comuns das mulheres nas consultas pós-parto. Enquanto umas relatam aparência de grávida, mesmo após meses de vida do bebê, outras sofrem com incontinência urinária e dores na lombar.
Segundo a especialista em reabilitação da diástase, Verônica
Motta, conhecida como Vevê Fit e criadora do programa Adeus Diástase, da plataforma de exercícios online, Queima Diária, o problema ocorre na gravidez,
mas pode afetar também ex-obesos, inclusive homens. Para evitar a piora da
diástase, a expert alerta que é preciso ter cautela ao executar tarefas domésticas
e conta que o segredo da cura está em fazer os exercícios específicos para
reabilitar a diástase, que são os hipopressivos e o RAP. A seguir, confira o
que não fazer e como tratar a diástase, por meio desses exercícios indicados
por ela.
Como
identificar a diástase, em casa?
Vevê
Fit diz que o processo é bem simples e pode ser feito através de autoexame.
Basta deitar
de barriga para cima, contrair o abdômen como se fosse realizar um exercício
abdominal e pressionar os dedos (indicador e médio) acima e abaixo do umbigo,
apalpando a barriga. Veja se existe um afastamento entre essa musculatura. Se
existir, é possível medir com os dedos, se ela tem um, dois ou mais dedos de
diâmetro.
Atenção aos movimentos do dia a dia
Após
identificada a diástase, Vevê Fit indica ter disciplina nas atividades simples
da rotina. Mas antes, ela explica: a parede abdominal é composta por quatro
músculos: transverso (camada mais profunda ou cinturão natural), obliquo
interno, obliquo externo e reto abdominal, que são os músculos mais aparentes.
"Todos os músculos da parede abdominal são interligados pela linha alba,
que fica entre os retos. A frouxidão da linha alba deixa um espaço entre os
músculos e é aí que acontece a diástase. Qualquer movimento que se fizer que vai
empurrar ou fazer uma força mecânica de dentro para fora, vai piorar a diástase
ou atrasar o processo de reabilitação", explica.
Varrer
a casa, passar pano no chão, carregar o filho, tirar um galão de água da mesa e
colocar no chão, arrastar um móvel, levantar-se do chão, são atividades que
merecem atenção, de acordo com a treinadora. "Ao realizar qualquer tarefa,
é preciso ter consciência de movimento e conectar o abdômen. Para isso, é
preciso imaginar uma faixa elástica amarrada na cintura. Antes de fazer
qualquer esforço é necessário apertar esse cinturão natural", explica.
Na
contramão da indicação de alguns profissionais, Vevê afirma que o tratamento da
diástase "não é levar o umbigo nas costas ou segurar o xixi. Na
reabilitação, é preciso manter uma boa postura o tempo todo. Coluna reta,
sentir o músculo abraçar a coluna e aí sim fazer a tarefa, seja ela qual
for".
Nada de cinta
Segundo
Vevê Fit, o uso de cinta modeladora é um erro e prejudicial à saúde.
"Muita gente fala que a cinta vai ajudar. Temos uma cintura natural
chamada de transverso abdominal. Ele é um músculo bem profundo, localizado ao
redor da cintura. Usar cinta modeladora vai deixar esse músculo sem função, ou
seja, vai perder tônus e outros problemas como dores nas costas irão aparecer.
Para quem tem diástase é necessário trabalhar uma musculatura profunda e não é
a cinta que vai fazer o músculo se reaproximar", esclarece.
Não estufe o abdômen na hora do
exercício
"Quando
for fazer qualquer exercício durante a rotina de treino, seja abdominal ou
agachamento, tome cuidado para a barriga não estufar. Contenha o abdômen para
não piorar a diástase. Ressalto que não é o exercício que vai piorar a
diástase, mas sim a fraqueza e a falta de tônus dos músculos".
Como tratar?
De
acordo com a especialista, há somente duas formas de recuperar a diástase:
através de exercícios específicos ou, em poucos casos, por meio de cirurgia.
"De 100 mulheres que atendo apenas duas precisam de cirurgia para reverter
o quadro. São casos, geralmente, de gravidez gemelar ou engordou muito e o
músculo afastou mais de seis centímetros", explica.
segunda-feira, 28 de junho de 2021
Treino no sofá para espantar o frio
Opções de treinos para fazer no sofá são uma boa opção, principalmente pelo gatilho do
desânimo para ir até a academia com esse frio. A treinadora da plataforma
de exercícios online Queima Diária, Lana Pessoa, entrega três diferentes
exercícios que podem ajudar a espantar o desânimo nesse inverno.
Confira
o treino do sofá indicado pela Lana, a seguir:
Abdominal
Deitado
no sofá, faça o movimento de abdominal de forma lenta e sem puxar o pescoço. Se
preocupe com a contração das musculaturas na descida também. Faça quantas
repetições conseguir. O objetivo é sentir aquela queimação na região da
barriga.
Elevação pélvica
Ainda
deitada, faça elevação pélvica. Suba e abaixe o quadril, lembrando sempre de
contrair o bumbum toda vez que elevar o quadril. Repita esse movimento até o
quadril não conseguir mais se levantar, sinal de que você fez o máximo de
repetições possível.
Prancha lateral
Apoie
um dos antebraços no encosto do sofá e o joelho do mesmo lado, formando então
uma prancha lateral. Faça movimentos de vai e vem para trabalhar o glúteo
e retorne à posição inicial. Faça isso até você sentir “queimar” a região do
culote. Repita o mesmo do outro lado.
Agachamento
Agora
com o corpo mais quente, Lana sugere fazer agachamentos focados nos glúteos.
Sente-se no sofá e fique 1 segundo relaxada. Levante-se e sente-se e toda vez
que fizer isso lembre-se de contrair bastante o bumbum. Repita até as pernas e
o bumbum reclamarem.
sábado, 26 de junho de 2021
Baixas temperaturas alertam para os cuidados com a saúde dos pequeninos
A partir desta segunda-feira, 21, até 22 de setembro, as temperaturas ficarão mais baixas, o tempo mais seco, a alta concentração de poluentes e as frentes frias mais frequentes. A chegada do inverno traz um cenário que convida a tirar do armário os casacos e redobrar os cuidados com a saúde para encarar a estação mais fria do ano.
Serão mais de dois meses de olho nos termômetros e investindo em uma rotina continua de atenção com a imunidade para não ser pego desprevenido e evitar nariz congestionado, coriza, dor de garganta, tosse, febre e as dores pelo corpo que costumam chegar sem serem convidados. "É o momento mais oportuno do ano para trazer à tona aquele velho ditado: prevenir é melhor que remediar", destaca a médica pediatra do Grupo Sabin, dra. Talita Cordeschi Corrêa.
A especialista reitera ainda uma preocupação a mais com a queda das temperaturas. "Estamos no meio de uma pandemia e não podemos relaxar com os hábitos de higiene e saúde que já fazem parte do nosso dia a dia. Agora, é fundamental reforçar ainda mais esses cuidados, principalmente com os pequeninos, que estão entre os mais suscetíveis aos vírus circulantes e doenças típicas do inverno".
Grande vilã da saúde, a gripe é uma das mais comuns e atinge pessoas de todas as idades, mas crianças e idosos os principais alvos "devido à imunidade mais baixa e, em muitos casos, sistema respiratório fragilizado", explica a médica. que reforça a importância de se prevenir de e adotar hábitos dentro de casa, como investir em uma alimentação mais rica e com mais nutrientes e beber muita água. A médica detalha ainda que gripe e resfriado são infecções transmitidas por via respiratória, mas são doenças distintas. "Alguns sintomas são semelhantes, mas o resfriado não é provocado pelo vírus influenza, os sintomas são mais leves e passam em poucos dias".
Otites, asma, amigdalites, sinusites, pneumonias também figuram na lista de doenças comuns do período e que podem ser causadas ou agravadas por bactérias ou vírus. A especialista destaca que algumas medidas simples de higiene como cobrir a boca ao espirrar ou tossir, manter as mãos sempre limpas e evitar ambientes fechados, são importantes formas de se prevenir contra os males provocados por esses vírus e aponta ainda uma prática de fácil aplicação: limpeza nasal com soro fisiológico. "Esse cuidado auxilia para evitar o acúmulo de secreção nas vias aéreas superiores e consequente complicação das doenças virais. Esse soro nasal umidifica as vias aéreas e por limpar o excesso de secreções dificulta a proliferação do vírus e de bactérias", explica.
Além disso, outro aliado fundamental da saúde de crianças, jovens, adultos e idosos é a vacinação. Disponível nas redes pública e privada, a vacina contra a o vírus influenza, causador da gripe age estimulando o organismo a desenvolver proteção própria. Oferecida no portfólio do Grupo Sabin, ela é quadrivalente, protegendo quatro tipos de vírus da gripe - dois subtipos de influenza A (H1N1 e H3N2, conhecido com sazonal) e duas linhagens de influenza B.
quinta-feira, 24 de junho de 2021
Como cuidar da pele em dias frios
É comum escutarmos sobre a importância dos cuidados com a pele, principalmente em dias quentes. Porém, nos dias mais frios, a atenção também não deve ser deixada de lado. Nas estações outono/inverno, alguns fatores influenciam no ressecamento da pele, como temperatura e baixa umidade do ar, redução de suor e o aumento de banhos quentes, por aumentarem a remoção de oleosidade da pele. Além disso, acabamos por ingerir uma menor quantidade de líquidos, prejudicando a hidratação de nosso corpo.
Pensando nisso, certos cuidados básicos não devem ser ignorados, como o uso de sabonetes e hidratantes específicos, um para o rosto e outro para o corpo. De acordo com a dra. Eliana Antiqueira, dermatologista do Grupo São Cristóvão Saúde, "os sabonetes convencionais têm pH alcalino e isso altera a camada lipídica da pele, podendo causar ressecamento e irritação cutânea. Muitas vezes, orientamos o uso do sabonete de glicerina. Prefira também os líquidos aos em barra, pois eles têm um pH mais adequado e ressecam menos a pele. Para peles mais sensíveis, são indicados os Syndet, um tipo de detergente sintético com menos de 10% de sabonete e com pH entre 5,5 e 7, menos agressivo para a pele".
Quando o clima esfria, é difícil não fazer uso de água quente na hora do banho. Porém, vale ressaltar que o chuveiro pode estar em um modo agradável, sem que a água esteja a ponto de causar vermelhidão na pele. É aconselhado evitar o uso de buchas ou tomar mais de um banho por dia, quando a temperatura está muito baixa: "é possível notar a pele repuxando de tão ressecada; então, deve-se hidratar o rosto e o corpo logo após o banho", sugere a especialista. "As peles oleosas, por exemplo, também precisam de hidratação e, nesse caso, o ideal são os produtos oil free nas áreas de maior oleosidade (face e tórax)", conta a dermatologista.
Engana-se quem acredite não precisar fazer uso de protetor solar no inverno: esse item é fundamental e deve fazer parte da rotina, caso precise sair de casa: "fora de casa, estamos expostos à radiação UV, mesmo em dias frios ou nublados. Alguns protetores possuem agentes hidratantes, o que auxilia também na hidratação do rosto", reforça dra. Eliana.
A dermatologista do São Cristóvão Saúde explica que algumas doenças podem aparecer ou piorar em tempos frios, devido ao ressecamento da pele. Alguns exemplos são: a dermatite atópica, psoríase e ictiose vulgar. Desse modo, para evitar o surgimento de doenças e lidar melhor com essas estações, inclua essas dicas em seu cotidiano e mantenha em dia a saúde de sua pele e, ao menor sinal, consulte um profissional qualificado.






